<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-14273736</atom:id><lastBuildDate>Fri, 11 Dec 2009 06:04:06 +0000</lastBuildDate><title>Caderno de Anotações</title><description>Aqui você encontrará uma diversidade de textos.Na verdade, minhas impressões sobre vários assuntos.Critique, discorde, registre seu ponto de vista também.</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/</link><managingEditor>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-2016444103966160194</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2009 23:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-12T08:45:59.162-07:00</atom:updated><title>SÃO PAULO, SAMPA</title><description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Não há nada melhor que o centro de São Paulo, um caldeirão de diversidade, uma síntese do Brasil. Evidentemente que São Paulo é vista de modo particular por cada um de seus moradores, nesse sentido, escrevo sobre a São Paulo que eu gosto. Escrevendo, é inevitável não pensar na música de Caetano Veloso, "Sampa" e de como tal composição dá conta dessa paulicéia desvairada. É a força da música em poetizar os espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resido em Barueri, 25 km do centro de São Paulo. No entanto, tenho preferência pela vida cosmopolita que acontece ali. Lembro-me que trabalhava como oficce boy, quando tinha de entregar algum documento, ou "fazer banco" na região central, dava várias caminhadas, meio que em círculos, pelas ruas 7 de Abril, Xavier de Toledo, Barão do Itapetininga, Viaduto do Chá, São Bento, etc. Andava à toa. Via as vitrines da 7 de Abril, da galeria do rock, parava para ver o homem pular no aro de facas (e nunca pulava), tomava sorvete no Mc, via as gatinhas, jogava fliperama, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, esse costume, de certo modo, ainda persiste, mas em outra tônica. Ainda ando à toa por aquela região, mas não tenho mais paciência para ver as rodas dos artistas de rua. O olhar agora é outro. A percepção é diferente. Mais elaborada? Isso é questionável, pois fase é fase. Por exemplo, sinto-me em estado de êxtase quando estou no Viaduto do Chá, ao lado, o encanto do imponente teatro municipal, embaixo, uma artéria que viabiliza o trânsito da zona sul à zona norte, emendada com o Vale do anhangabau. Talvez, para nós, a Casa Rosada dos argetinos, pois é cartão postal, é referência. Outra coisa, passar por alí e não comer churrasco grego ao lado do Teatro Mvnicipal, não tem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sala São Paulo, Museu da Língua Portuguesa, Museu da Arte Sacra e a Pinacoteca, exibem uma arquitetura pomposa e convidativa para a exploração do seu interior. Lá dentro, comprova-se : Deus existe. Não se entra em um lugar desse sem sair mais aliviado da famosa tensão do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encantatória também é a região da Augusta. Quando moleque, reuníamos uma galera "aqui da quebrada" e íamos ver "as primas". A propósito, muitos colegas, quando ouvem o nome Augusta, a associam e a reduz à prostituição. A Augusta é muito mais que isto. A começar pelos cinemas, pelas lojinhas, que vendem raridades em CDs, DVDs, VHS, Vinis, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Là você encontra ambientes agradáveis como o famoso Frevo, o "frevinho", onde se come o tradicional e delicioso beiruth, a pizza bacana e barata de O Pedaço da Pizza, porções e Heineken no Athenas Café, salada no Vanilla Café. Pode-se comer Temaki no Yoi, tem também a comida árabe no Kebab Salonu. Como se vê, a Augusta é muito mais do que pensam. Sem falar nos ambientes que passam pelo Jazz, rock etc, daí ser uma das ruas mais movimentadas do centro de São Paulo às sextas feiras. Drag, emos, rockeiros, gays, prostitutas, artistas, mendigos, descolados, universitários, etc., concentrados numa que já não é mais aquela rua da paquera dos anos sessenta, onde rachas e desfile de belas garotas povoavam aquela região. Ela agora cresceu, se diversificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa região há a maior concentração de cinemas alternativos do Brasil. Na Augusta está o Espaço Unibanco e o CINESESC. A poucos metros dali você está no Cine HSBC Belas Artes, na Paulista está o Cine Bombril, na mesma avenida o belo Reserva Cultural. A propósito, a Paulista é a Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meus lugares preferidos, fica mais abaixo, o Papo Pinga e Petisco. Esse ambiente transmite uma energia singular. Um antiquário onde se pode comprar o que está na decoração e uma música ambiente compõem o cenário desse espaço, perfeito para papear. Os pratos, baratos, variam de carne seca desfiada, carne louca, salgadinhos, vinho de garrafão e, claro, pinga. Ali, ao lado do Espaço dos Satyros e do Parlapatões, teatros que mantêm em seus cartazes peças de segunda a segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às casas noturnas, limito-me a falar das casas que privilegiam o samba rock. Se não der um pulo no Bexiga, não se conhece o Teatro Mars, que , na verdade, é mais um espaço voltado para shows de excelentes bandas de samba rock, o teatro fica só no nome. Às terças feiras tem samba rock e swing nostalgia no Hotel Cambridge, bem próximo a estação do Anhangabau, onde Djs da velha guarda dirigem o projeto Vinil é Cultura. Na Av. Rio Branco fica o Green Express, onde se dança muito ao som de muita nostalgia. Tem mais na Vila Madalena. Enfim, São Paulo é São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse no início, essa é minha São Paulo, você certamente relataria uma outra São Paulo, ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abraços!&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-2016444103966160194?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/09/nao-ha-nada-melhor-que-o-centro-de-sao.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-5018378470453652287</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 03:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-28T06:30:18.102-07:00</atom:updated><title>...</title><description>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;PÁRA!!! NÃO É NADA DISSO QUE C ESTÁ PENSANDO!...&lt;br /&gt;SEU CACHORRO!!! EU VI!!!&lt;br /&gt;ÓLHA, EU QUE SOU GROSSO? NÉ?? NÃO VIAJA, Ô!&lt;br /&gt;NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE VC FAZ ISSO!!&lt;br /&gt;HONEY...ela é minha colega de trabalho....&lt;br /&gt;SEI!! SEI!!! (...)&lt;br /&gt;Ah...vamos parar...sempre vc vem com essa grosseria...esses fantasmas....&lt;br /&gt;Tá bom...mor...desculpa&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;VEM, ORDINÁRIA!!!&lt;br /&gt;Un...ME BATE!!!&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-5018378470453652287?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/05/violencia-nao.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-4325791086335435120</guid><pubDate>Thu, 14 May 2009 11:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-12T08:56:39.637-07:00</atom:updated><title>Religião: Samba rock</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TRlqJzwkAT0/SgxcvQZg_2I/AAAAAAAAAG8/Ue5P7bdqAYA/s1600-h/jorgebenjorgeben.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335741625452789602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 197px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TRlqJzwkAT0/SgxcvQZg_2I/AAAAAAAAAG8/Ue5P7bdqAYA/s200/jorgebenjorgeben.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Comentei com meu amigo Wagner Leite Viana outro dia sobre as válvulas de escape que procuramos no dia a dia, então chegamos a conclusão que, elas podem ser: uma aula de tango, uma aula de pintura, um curso de cinema, etc. evidentemente que, acima de todas, penso eu, uma das essenciais, é poder parar e conversar com os amigos queridos, sempre quando há tempo. Ainda nessa linha, também chegamos a conclusão que certas coisas nos levam ao estado de transe. De maneira mais ilustrativa: diz-se que o ogã, em sua função no candomblé, é escolhido para estar lúcido durante o trabalho, no entanto, penso eu, que isso não o isenta de sair dessa para uma outra dimensão quando está tocando o atabaque, sentindo a vibração do ambiente e do movimento pelo qual seu corpo é ritimicamente levado. Penso que o samba rock também dá essa possibilidade. Ao dançar, o rítmo da música nos leva a um estado que não é, por exemplo, um estado racional. Quando digo que não é racional, é porque, ao dançar, quem dita a pulsação do seu rítimo sanguíneo é a batida, o que prefiro chamar de swing da música. Então, eu recomendo, dance samba rock e saia dessa vida, pois o sedentarismo também é "pecado". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Outro benefício do samba rock é o círculo de amizade que se constitui ao longo das noite dançantes, melhor que o termo "balada", não?. Assim, não é difícil você encontrar aquela (e) parceira (0) que você dançou e pensou, "puxa, dança muito". Não é raro você encontrar aqueles amigos que sempre estão no que, eu diria, circuito do samba rock. O curioso é que, hoje, tem samba rock para tudo quanto é público. Se você for numa casa como o &lt;strong&gt;Grazie a Dio&lt;/strong&gt;, por exemplo, encontrará pessoas de uma classe social diferente da que você encontrará no &lt;strong&gt;Green express&lt;/strong&gt;. Na primeira, o pessoal vai mais para ouvir as bandas ao vivo e bater papo, pois, a meu ver, o próprio espaço é limitado para dançar. Fico com a última casa, na Av. Rio Branco, já que, lá, a galera, mais família, vai para dançar e, também, relembrar os velhos tempos da nostalgia ao som de Djs como Dj Meriti e Dj Lu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Assim, temos também o Mars, bom lugar, um público próximo do que vai ao Grazie a Dio. Têm também, toda quinta, na Galeria Olido, no centro de sampa, excelentes bandas "de grátis." Tem a Mood, em frente a praça Benedito Calixto, onde é possível dançar bastante. Têm os deliciosos bailes nostalgia, na Casa de Portugal ou no Clube Homs. Tem o já mencionado Green Express, que possui uma fachada que, a princípio, não apresenta o ambiente que existe lá dentro, com pessoas sempre a fim de uma boa música nostálgica e figuras carimbadas que já fazem parte do patrimônio histórico da casa, como Selma Samba Rock e o carismático Michael Jackson, sempre bem vestido e com aquele sorriso de menino peralta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Em síntese, receitaria para você samba rock, porque, entre os benefícios, estão: fazer amizade, sair do stress, fazer um exercício físico, sair da rotina, ser "possuído" pela batida da música. Mas Ó, o ruim é que vicia, portanto, cuidado para não sair para dançar samba rock em vez de ver sua (eu) namorada (do), perder prova na faculdade para dançar samba rock, etc. Só isso que considero um "ponto negativo" do samba rock: o vício, isso também é pecado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-4325791086335435120?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/05/religiao-samba-rock.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TRlqJzwkAT0/SgxcvQZg_2I/AAAAAAAAAG8/Ue5P7bdqAYA/s72-c/jorgebenjorgeben.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-803095480578022617</guid><pubDate>Sun, 10 May 2009 17:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-11T14:34:48.647-07:00</atom:updated><title>1o Encontro</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;Dia desses recebi no orkut, via depoimento, um contato de um colega, jornalista "free lance", dizendo que, como eu estou solteiro, gostaria de entrevistar-me, pois o assunto era sobre o primeiro encontro. Legal, passei o contato, ainda não houve a entrevista, se é que vai haver, mas pensei em escrever, tentar, pelo menos, sobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos idos dos 30 anos ( no meu caso, 29 :) , o primeiro encontro não é mais aquele dos 20, isso é fato. No entanto, a sensação desse encontro não deixa de ser envolto de expectativas. Aos vinte anos, você quer uma coisa mais casual, uma pessoa pra bater papo, sem maiores pretensões, passar uma boa noite juntos, trocar telefones e, muitas vezes ambos acaba que por "satisfeito". Nessa fase, é muita novidade, descobertas, não que beirando os trinta isso não aconteça. Penso que, para muitos, essa fase deixa um certo saudosismo. É o "ficar por ficar", embora ainda haja o lance da conquista. Nessa fase pensa-se em quantidade, ela satisfaz o seu ego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 30, não se chega tão facilmente numa mulher à noite, num bar ou numa pista de dança. A insegurança (talvez?) não permite que você tome aquela iniciativa que antes era "bico". Atinei-me para outra coisa, talvez aquela dita insegurança seja, também, uma maneira de selecionar. Além disso, surgem planos, projetos. Aí é que aparece o dilema, namorar casar e??? Ou, pensar no seu projeto e futuramente envolver uma outra pessoa, aí aparece outros dilemas...quantas vezes pessoas não dizem, "olha, se casar muito tarde nem verá o ser filho crescer", etc, etc, etc. que, na verdade, são percepções diferentes do que é constituir família, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao primeiro encontro. É evidente que hoje é muito mais fácil você encontrar pessoas para o primeiro encontro. A dinâmica desse primeiro encontro surge do "nada". Basta você entrar na internet, dizer um oi para aquela pessoa, a princípio interessante, migrar para o MSN, e...enfim.."Êba, vou ver ela!". Não penso que isso seja mau, no entanto a opção de estar só facilita essas aventuras, por isso, aos 30, não necessariamente você se encontra numa fase melhor que aos 20. Antes você não pensava duas vezes, hoje você pensa. Chegado ao esperado primeiro encontro, isso com um "script" talvez previamente bolado no MSN, chega o momento de você "conhecer" aquela pessoa que tanto tem em comum com você. Percebe-se então, que, na verdade, aquela expectativa inicial se dilui com o tempo de companhia: há o bate papo, as trocas de figurinhas, "tá brincando, jura que é seu filme preferido??". "coincidência, a disciplina que mais adorava era essa também", e assim por diante. Certamente, o que também é fato, nunca sabemos se aquele encanto anterior ao encontro vai permanecer, acho que também isso acaba sendo a pimenta desse encontro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente da idade, o primeiro encontro faz valer aquela velha frase, "a primeira impressão é a que fica". Nesse sentido, há encontros que você se surpreende, outros, nem tanto. Assim, você encontrará aquela pessoa articulada, que fala bem, possui um repertório que o deixa meio que até tímido. Há também aquela figura que é "a figura", só fala dela, a "The only one". Tudo que você fez ela fez ou vai fazer, o carro dela é o melhor etc. Existe a pessoa tímida, vai uma taça de vinho, outra, e a pessoa. "rs...verdade, é..., concordo, ah...depende". Existe também a topeira, "Flaubert é interessante"..."È, comi um, outro dia uma delícia"... Tem também o artista: "sério!! você &lt;strong&gt;p&lt;/strong&gt;inta?? e ainda com&lt;strong&gt;p&lt;/strong&gt;õe??" (...)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;Existe a pessoa séria, a brincalhona (palhaça), e aquela que você olha e pensa..."essa é uma pessoa que eu envelheceria juntinho dela". E outras, as loucas, as neuróticas, as taradas, pessoas que estão aí, prontas para, talvez, depois do primeiro, um segundo encontro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;"&gt;Independentemente dessa dinâmica, penso que nada melhor que aquele frio na barriga, antes de se soltar e deixar a noite fluir numa troca com outra pessoa que, possivelmente, será, no mínimo, mais uma que entrará para o rol de amigos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-803095480578022617?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/05/dia-desses-recebi-via-depoimento-um.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-8983100757223218343</guid><pubDate>Fri, 08 May 2009 01:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-07T18:57:45.393-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;"Estou me lixando para a opinião pública. A opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, batem, e nós nos reelegemos mesmo assim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do Deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) e relator do processo contra o deputado federal Edmar Moreira, o do castelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem vou comentar...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-8983100757223218343?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/05/estou-me-lixando-para-opiniao-publica.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-1704844707989300876</guid><pubDate>Fri, 08 May 2009 01:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-07T19:00:51.389-07:00</atom:updated><title>Rindo-me</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Houve um tempo em que o trânsito indicava uma apatia, aquela que diz nosso querido Drummond "Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. ... Eta vida besta, meu Deus". Hoje, essa dinâmica contempla a estética dum tempo virtual. Ao postar essa mensagem, o trânsito do registro escrito congela nesta página esta reflexão. No entanto, o tempo da leitura, este que você agora vivencia, comporta alguns minutos e traz outras referências, aquelas presentes na memória, em que esse transitotempo fica. É um outro regitro que faz de mim, outro, uno, e em trânsito. É através da memória que me pego rindo de uma determinada situação inusitada, daquele beijo tentador, daquela moça que ria e me fazia rir, e me pego à toa, como se fosse um bobo...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Melquisedec Chaves 07.05.2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-1704844707989300876?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2009/05/rindo-me.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-1338894023309158307</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 12:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-20T05:12:55.622-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conto sem fim ou crônica sem terminar? Bom, nem isso está definido. Está em processo. Tenho umas idéias aqui pra continuar, mas voltarei em momento oportuno, pois tô sem tempo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Enquanto isso, pode continuar o raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aflaudízio via poesia em tudo. Fazia questão de buscar o pão todas as manhãs, só para ler:&lt;br /&gt;“Nosso lema é servir bem para servir sempre”&lt;br /&gt;Pensava: Como pode tanta criatividade, tanta invenção poética!&lt;br /&gt;“servir bem para servir sempre”&lt;br /&gt;Isso para ele suscitava questões filosóficas de tamanha complexidade que ficava horas a pensar sobre o fenômeno tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Imaginava a servidão existente na idade média, pensava nas cortes em que o homem sofria a “coita d’amor ‘ pela mulher do patrão e se deleitava em fazer poesia em homenagem a amada.&lt;br /&gt;Pensava na frustração daquele servo ao ter a dama distanciada pela presença do seu senhor, a vontade de servi-la para sempre, o ódio pela impotência em não poder pegá-la de quatro e fazer dela uma puta desvairada e gemer metáforas e onomatopéias animalescas em seu ouvido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Via poesia nessa frase. Lembrava um tal Pero Vaz de Caminha de que sua irmã comentou outro dia “ Para tão longo amor tão curta a vida ”.&lt;br /&gt;Devaneava e imaginava-se na presença de Amanda.&lt;br /&gt;Amanda...ainda direi isso a Amanda...&lt;br /&gt;Ingênuo, censurava as besteiras que lhe vinham à cabeça...&lt;br /&gt;Será que ela vai entender?&lt;br /&gt;Pensava, achava-se meio amalucado&lt;br /&gt;Todos os seus colegas falando da experiência traumática que teve Ronaldinho, o fenômeno, e ele pensativo.&lt;br /&gt;Desinbesta, omi! Que cê tem?&lt;br /&gt;Nada não&lt;br /&gt;Pensava em Amanda, ora, cabra macho que nem ele falar de seus sentimentos?&lt;br /&gt;Nem pensar.&lt;br /&gt;Preferia ficar ensimesmado e soltar um rizinho amarelado para participar de alguma maneira da conversa com os amigos, o fazia por conveniência, afinal, a qualquer momento poderia ser pego pelo marido de Amanda.&lt;br /&gt;Perguntava a sua irmã mais velha o que ela via naquela frase&lt;br /&gt;Ué? Se eles lhe servirem bem, você voltará sempre lá com o intento de comprar mais pão!&lt;br /&gt;Como poderia ela, a mais letrada dos oito irmãos, não entender o que dizia aquela frase...&lt;br /&gt;Achava que essa sua tara por Amanda era a mesma que sua irmã tinha por um tal de Fernando alguma coisa.&lt;br /&gt;Não entendo mesmo, ela vive a comentar com minha prima que é apaixonada por Fernando....Pessoa, ela deve saber o que estou sentindo...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----??&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;___ QUE SERÁ QUE VAI ACONTECER? CASARÁ-SE ELE COM AMANDA? AGUARDE O PRÓXIMO DE......SERÁ QUE ELE TRARÁ MAIS DE SEU REPERTÓRIO SOBRE SOBRE A LITERATURA UNIVERSAL?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-1338894023309158307?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2008/08/conto-sem-fim-ou-crnica-sem-terminar.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-8408484878154453785</guid><pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-22T08:24:04.522-07:00</atom:updated><title>Perda</title><description>Descanse em paz, mano Léo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixará saudades entre nós, do samba rock ou não.&lt;br /&gt;Sua missão foi cumprida; nos trouxe em sua figura a simplicidade, humildade e simpatia.&lt;br /&gt;Foi cedo, mas ficará a lembrança de um ser humano exemplar. Ou seja, de seres que estão em extinção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-8408484878154453785?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2008/07/perda.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-5696085275777041886</guid><pubDate>Tue, 05 Feb 2008 21:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-05T13:08:10.005-08:00</atom:updated><title>Transpiração</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;UM VAZIO&lt;br /&gt;Esse era o objetivo do poeta :&lt;br /&gt;Traduzir em palavras o que havia dentro de si.&lt;br /&gt;Impossibilitado, pesquisou, e encontrou:&lt;br /&gt;“o que não contém nada ou só contém  ar; desprovido, destituído”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;05.02.2008      18:55&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-5696085275777041886?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2008/02/transpirao.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-3828271730705387897</guid><pubDate>Fri, 07 Sep 2007 01:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-06T18:35:00.432-07:00</atom:updated><title>POEMA ACIDENTAL</title><description>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dum fio de cabelo seu&lt;br /&gt;Que acabei de encontrar&lt;br /&gt;Fiz esse poema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06.09.2007 - 22:33&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-3828271730705387897?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2007/09/poema-acidental.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-117617362123048019</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2007 02:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-04-13T17:45:04.983-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;ESCRI&lt;/span&gt;vão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo, com pena.&lt;br /&gt;Não a pena criada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela de que dizem os poetas&lt;br /&gt;Pra falar de condolências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo com pena,&lt;br /&gt;De quem nem viveu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não soube de si&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveras, vazio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite escura enluarada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MELQUISEDEC 09.04.2007-23:20&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-117617362123048019?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2007/04/escrivo-escrevo-com-pena.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-117038188459531665</guid><pubDate>Fri, 02 Feb 2007 02:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-01T18:09:46.726-08:00</atom:updated><title>(...)</title><description>&lt;strong&gt;"Há uma LUz no fim do túnel"&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-117038188459531665?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2007/02/blog-post.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-114513134217021574</guid><pubDate>Sat, 15 Apr 2006 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-16T18:00:05.946-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;COM/PUL/SÃO/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;ES/CRE/VUM/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-114513134217021574?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2006/04/compulso-escrevum_15.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-114495158532061944</guid><pubDate>Thu, 13 Apr 2006 18:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-04-13T11:06:25.323-07:00</atom:updated><title>Eros</title><description>&lt;table id="HB_Mail_Container" height="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0" unselectable="on"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr height="100%" width="100%" unselectable="on"&gt;&lt;td id="HB_Focus_Element" valign="top" width="100%" background="" height="250" unselectable="off"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu Falo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;      Tu  Gritas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10112005&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr hb_tag="1" unselectable="on"&gt;&lt;td style="FONT-SIZE: 1pt" height="1" unselectable="on"&gt;&lt;div id="hotbar_promo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-114495158532061944?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2006/04/eros.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-112274972299986740</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2005 18:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-07-30T11:55:23.006-07:00</atom:updated><title>Rima Pobre</title><description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sem título I&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Numa tarde fria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Descobriu que a vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tinha se cansado dele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se viu jogado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na esquina da Av. Santo Expedito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;com a R. Salvador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde dormiu até anoitecer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sem título II&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em sua refexão pueril&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;se deu conta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;que a falta de comida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;tinha &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;roubado sua mãe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sem título III&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prometeu &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;anda pensando:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"se arrependimento matasse"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27.07.2005&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;---------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse poema/reflexão, sei lá, apareceu de forma interessante, faltavam alguns dias para ser anunciada o fim da querra no Iraque e escrevi, de forma que até achei que tinha visto a manchete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Guerra do Iraque Acabou&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi manchete de jornal.&lt;br /&gt;Será que acabou?&lt;br /&gt;Quem ganhou?&lt;br /&gt;Ganhou Bush?&lt;br /&gt;Ou os iraquianos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade a manchete não dá&lt;br /&gt;Das famílias destruídas,&lt;br /&gt;Crianças feridas&lt;br /&gt;Sem condições de andar&lt;br /&gt;Mães a chorar,&lt;br /&gt;o filho que não vai mais voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu a pena tudo isso?&lt;br /&gt;Não sei.&lt;br /&gt;Só o tempo dirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.04.2003    14:50&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje já tenho minhas conclusões, e você, o que acha?&lt;br /&gt;------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que essa foi uma das ou a primeira vez que me arrisque a rimar palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amor distante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;D'onde vem tanta beleza&lt;br /&gt;Aos meus olhos presentear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deusa d'outro mundo&lt;br /&gt;Saia de perto de mim!&lt;br /&gt;Afaste-se de minha retina!&lt;br /&gt;Não quero apenas vê-la&lt;br /&gt;Nem mesmo admirá-la&lt;br /&gt;Adeus dádiva divina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou sair pelo mundo&lt;br /&gt;Pra bem longe daqui&lt;br /&gt;Encontrar um lugar&lt;br /&gt;Onde não possa te encontrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viverei triste, porém feliz&lt;br /&gt;Lá encontararei a paz&lt;br /&gt;Meu coração não vai mais acelerar&lt;br /&gt;Nem vou ter de me contentar&lt;br /&gt;Simplesmente com um olhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.02.2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será que houve uma musa inspiradora?&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-112274972299986740?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2005/07/rima-pobre.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-112234850760388593</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2005 03:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-07-26T06:30:44.990-07:00</atom:updated><title>Música e Percepção</title><description>&lt;table id="HB_Mail_Container" height="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0" unselectable="on"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr height="100%" width="100%" unselectable="on"&gt;&lt;td id="HB_Focus_Element" valign="top" width="100%" background="" height="250" unselectable="off"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;É interessante como algumas músicas que gostamos tenham um significado, uma mensagem além do esperado quando as decodificamos. No caso, aqui, em inglês, tive um daqueles momentos epifanicos quando me deparei com a música "Everbody Hurts" da banda R.E.M , recentemente, e pensei que deveria compartilhar desta descoberta com vocês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Ouvi a música , que tem um rítmo lindíssimo , depois, tentei saber o que dizia a letra em português, então me dei conta que essa seria mais uma das minhas preferidas , pois o som e a essência, a intenção da música, acontecia em harmonia, toante, dando uma aspecto mágico a composição. Depois, passei a dar mais atenção a esses aspectos que deixamos passar imperceptíveis, então noto que isso acontece quando ouço "My Way" de Paul Anka, na voz de Frank Sinatra, "Solitaire" de Neil Sedaka, e muitas outras. Agora, há quem diga que a música em língua estrangeira, quando, traduzidas "perdem a graça"....&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;A partir daí, percebi também que não é só em outra língua que somos levados a adorar a balada da música sem se dar conta da mensagem que ela nos quer passar , digo no plural porque é um sentimento universal. Posso citar como exemplo , aqui, a música "O meu Guri" de Chico Buarque, podem até dizer que é óbvio , mas não havia percebido a mensagem da música, que adorava a baladinha, o rítmo, escutava trocentas vezes e, não me atentava a letra, e quando isso aconteceu, vi que a combinação entre som e letra resultam na obra em sua completude passando a ser ainda mais significativa ao ouvirmos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Essa minha observação pode ser amadora e infantil para muitos, mas o que quero deixar aqui é a mensagem de que perdemos muito da música quando deixamos de prestar atenção na letra, na estrutura profunda, no que está explícito, mas , para nós, muitas vezes parece estar implícito.E, fazendo isso, certamente, aquele cdzinho que ouvimos e ouvimos a ponto de nossos vizinhos pensarem que só temos ele terá, ainda mais, motivos para ser tocado e retocado.E, além disso, saimos do senso comum de dizer por dizer que gostamos de tal compositor, cantor etc., e fazemos valer a condição de obras-primas da nossa MPB e a genialidade de mestres como Cartola, Adoniran Barbosa, Dorival Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Chico Buarque, Maria Bethânia, Ivone Lara, Alcione, Paulinho da Viola , Arlindo Cruz , Sombrinha, Jorge Aragão, João Nogueira etc., etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Em breve darei minhas impressões sobre o texto poético, que, a meu ver, tem uma tênue diferença entre a composição musical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr hb_tag="1" unselectable="on"&gt;&lt;td style="FONT-SIZE: 1pt" height="1" unselectable="on"&gt;&lt;div id="hotbar_promo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;blockquote id="8f4d5958"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-112234850760388593?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2005/07/msica-e-percepo.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-112215007447184860</guid><pubDate>Sat, 23 Jul 2005 20:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-30T06:06:17.505-08:00</atom:updated><title>Literaturas Africanas de Língua Portuguesa.</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Texto com minhas impressões sobre a disciplina :"Literatura de Angola e Outros Países Lusófonos" , ministrado pela Professora Doutora Maria Célia Rua de Almeida Paulillo no Curso de Letras.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;"Hoje eu sei: Áfica rouba-nos o ser.E nos vaza de maneira inversa: enchendo nos de alma."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mia Couto em "A Varanda do Frangipani&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Primeiramente, gostaria de ressaltar a sastifação e o privilégio de poder ter acesso a literatura de tamanha riqueza. Ao nos depararmos com esse tipo de literatura, vem logo o estranhamento. Como ele se dá? Ocorre que temos aquela visão estereotipada do continente africano já validado pela sociedade em que vivemos. Segundo, podemos dizer que poucos sabem que se fala portugês em terras africanas e, por fim, como pode um branco dar voz e incorporar a negritude em seus temas? Então, de forma exótica, tomamos como verdade o que ouvimos sem conhecer outros aspectos que compôem esse quadro, nesse caso, restringindo a literatura e, consequentemente, é isso o que vai causar esse espanto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Além disso, a meu ver, falando em teoria, é interessante a possibilidade de o lado fértil e criativo da obra poder ser visto de forma livre, sem rotulações como romântica, modernista, etc. É claro que elas refletem a época, daí o fato de não as desvincularmos de seu contexto histórico para termos outras leituras. Assim, ao situarmos no tempo essa produção literária  podemos compreender a intenção, a estrutura profunda da obra literária. Nesse sentido, tomo as classificação que existe entre literatura "pré" e "pós" independência  relevante para inferirmos outros significados na leitura da obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Ao fazer esse breve panorama das impressões que tive ao longo do curso, vejo essas literaturas já como clássica. Eu, por exemplo, resisto a ler muita literatura brasileira, de qualidade, contemporânea, sempre com aquela idéia de que bom mesmo é o clássico e além dessas leituras, é perda de tempo. Agora, quando percebemos a poesia numa obra de Mia Couto como em “A Varanda do Frangipani”, os detalhes de um cotidiano periférico contado de forma cômica e leve por Luandino em “A Estória da Galinha e do ovo”, e o social mostrado de maneira lírica na obra de Arnaldo Santos em “Menina Vitória”, passo a ter parâmetros no sentido de que há, sim, obras contemporâneas que provocam aquela sensação semelhante à experiência da leitura de Eça, José de Alencar, Machado de Assis, Alcântara Machado, e por que não dos universais Tolstói , Kafka, Goethe, Oscar Wilde ? Aliás , pensando bem, todos esses mencionados são universais uma vez que a mensagem que nos é passada sempre convergem para o belo, a leitura a partir de uma releitura das nossas experiências e das apresentadas nas obras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Enfim, tudo isso nos é apresentado mediante uma seleção. Portanto, é importante o papel do professor na indicação de uma bibliografia sobre o tema. Essa não pode ser indicada de forma aleatória, mas com o conhecimento. Isso o que vai dar o caráter de autoridade ao professor. Porém, são poucos que possuem esse “dom”, essa responsabilidade profissional que vai refletir na formação, em nosso caso,  do futuro profissional da educação. E esse papel a Professora Doutora Maria Célia Paulilo desempenhou , no sentido mais integro do termo, com dedicação, autoridade, paixão e profissionalismo.&lt;br /&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Em resumo, a combinação entre o espanto do novo apreendido a partir das leituras na disciplina de Literatura lusófona, a possibilidade de comparar as diversas literaturas e chegar a conclusão que seus papéis embora diversos são, também, convergentes para a expressão do belo e a disciplina conduzida com maestria pelo professor, resultam no cumprimento de uma das funções do curso de Letras que é, formar pessoas, sobretudo, humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-112215007447184860?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2005/07/literaturas-africanas-de-lngua.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-112143158610679852</guid><pubDate>Fri, 15 Jul 2005 12:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-07-28T06:40:44.000-07:00</atom:updated><title>Gramáticos x Linguistas</title><description>&lt;blockquote id="ca9f09d1"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;De um lado, os gramáticos, de outro, os lingüistas. Entre eles a problemática: como ensinar gramática nas escolas. Cada um defende seus pontos de vistas e argumenta em prol de uma nova concepção de ensino referente à linguagem escrita. São propostas boas? Sim. Cada um deles têm seus méritos enquanto defensores de suas teses em favor do ensino da língua portuguesa. Porém, do modo como são feitas as discussões, fica mais parecendo uma disputa de egos e ideologias.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Os gramáticos, tradicionais e irredutíveis em sua maioria têm a opinião de que, para se produzir um texto de forma culta é preciso se basear nas regras da gramática tradicional(aquela...). Já os lingüistas defendem as idéias contrárias às dos gramáticos. Ou seja, enquanto os primeiros são ortodoxos a ponto de dizer que qualquer coisa fora da gramática é errada, os últimos dizem que quase tudo é certo, que na língua muitas coisas são válidas, como o sujeito produzir um texto do tipo: "Dei a ele três mil reais". em vez de: Dei-lhe três mil reais..&lt;br /&gt;Diria que os gramáticos seriam os Papas da Idade Média e os lingüistas os fiéis hereges contra a língua, sujeitos `a inquisição por suas idéias "contra" a gramática. Esses defendem uma nova maneira de ensino da(s) gramática(s) usando argumentos do tipo:. .."se pode falar e escrever numa língua sem saber nada sobre ela"(1). Aqueles taxam estes de transgressores da língua a ponto de dizer: "os delinqüentes da língua portuguesa fazem do princípio histórico "quem faz a língua é o povo"...(2).&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Faço aqui essas observações sob o ponto de vista de um estudante de Letras. No momento, vou me restringir a esses dois pólos: papado e fiéis heréticos. De nada é válido nessas teorias calcadas de ideologias no papel. Nada muda se não se quebrarem essas barreiras ideológicas e disputas de egos entre as duas partes. Se não houver uma discussão integrada entre elas, quem vai sair perdendo é o povo, a nação falante do português brasileiro, nós.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Cabe a esses pensantes deixar as ideologias de lado e olhar o cerne da questão: a língua portuguesa, cujo falante precisa de um suporte para ter acesso `a norma padrão da língua. Isso só será possível se as duas partes reconhecerem o que aí está: ambas têm seus valores e que, se unidas por meio de uma longa discussão, um concílio da língua portuguesa (brasileira), o beneficiado será ela: a "última flor do Lácio, inculta e bela", nossa língua portuguesa. Ou brasileira?&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;(1)Apud- Possenti , Sírio Por que(não) ensinar gramática na escola. Campinas.Mercado das letras.1991-p.54.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;(2)Apud- Bagno, Marcos. Preconceito lingüístico- o que é e como se faz. Ed.Loyola, 1999.- p.79&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-112143158610679852?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2005/07/gramticos-x-linguistas.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-14273736.post-112084597063411685</guid><pubDate>Fri, 08 Jul 2005 18:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-07-23T13:31:18.413-07:00</atom:updated><title>Desconto</title><description>&lt;table id="HB_Mail_Container" height="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0" unselectable="on"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr height="100%" unselectable="on" width="100%"&gt;&lt;td id="HB_Focus_Element" valign="top" width="100%" background="" height="250" unselectable="off"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Domingo de sol em Barueri. Durval e Marlova se preparavam para ir à Cachoeira da Saudade. Enquanto Durval colocava as roupas de banho, guarda-sol , bronzeador no carro, Marlova se penteava na intenção de ficar mais bonita. Era só alegria para os dois. De repente, o tempo começou a mudar. Nuvens negras se formaram em questão de minutos, liberando ,em seguida, uma chuva torrencial. Logo, era só água que invadia a casa dos dois. Agora, com os cabelos despenteados, Marlova já não tinha mais o pente a mão , e sim, um balde ,com que tirava ,em vão, a água que invadia sua casa. Durval tirava os móveis de onde estavam para levar à parte mais alta da casa afim de salvar alguma coisa. Acabara-se o domingo para os dois. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr unselectable="on" hb_tag="1"&gt;&lt;td style="FONT-SIZE: 1pt" height="1" unselectable="on"&gt;&lt;div id="hotbar_promo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14273736-112084597063411685?l=rascunhosplurais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rascunhosplurais.blogspot.com/2005/07/desconto.html</link><author>MELQUI2005@gmail.com (Caderno de Anotações)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item></channel></rss>